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Trend “Eu vou na sua casa” Por que isso é legal? Esse formato viral, baseado na música, ajuda a divulgar seu conteúdo, destacar um serviço e gerar conexão com o público, valorizando a simplicidade, os funcionários e parceiros da marca. |
Trend “Missão dada” Por que isso é legal? Uma forma leve e divertida de reforçar a marca, mostrando os bastidores e se aproximando do público com vulnerabilidade e autenticidade. |
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Trend “Meses?” Por que isso é legal? É uma forma de contar uma história longa em poucas telas, refletindo mudanças, evolução e, acima de tudo, a força das parcerias. Um formato adaptável às marcas para mostrar o que existe por trás. |
Trend “Bugatti” Por que isso é legal? A música guia a trend, mas o destaque está no desafio físico e na diversão de quem faz, isso prende o público e dá autenticidade ao conteúdo. |
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ANSIEDADE CLIMÁTICA: O NOVO NORMAL? A crise climática deixou de ser uma previsão distante e passou a fazer parte do nosso cotidiano, nas redes sociais, na cultura pop e nas decisões de consumo. Esse novo cenário gera o que especialistas chamam de ansiedade climática, um sentimento crescente de preocupação com o futuro do planeta e com o impacto das nossas escolhas. Segundo estudos da Ipsos e Shopify, 97% dos brasileiros já sentem os efeitos das mudanças climáticas, e 80% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por produtos sustentáveis. Ou seja, sustentabilidade deixou de ser um diferencial e passou a ser um requisito. Marcas que entendem isso já estão se destacando. O Mercado Livre, por exemplo, tem apostado em campanhas e ações de logística mais verde. A Feito Brasil alia produção artesanal, energia limpa e cuidado humano, sendo reconhecida como referência no setor. Já a Quem Disse, Berenice? estimula a reciclagem de embalagens com seu programa Recicla, incentivando o descarte consciente. Esses exemplos mostram que não se trata apenas de marketing: é preciso integrar a sustentabilidade ao DNA da empresa, com práticas reais e comunicação transparente. Também é essencial ampliar o olhar ambiental no Brasil para além da Amazônia, incluindo biomas como Cerrado e Caatinga nas conversas. A ansiedade climática, então, é mais do que um sintoma, é um sinal de que consumidores querem mudança. E cabe às marcas transformar esse sentimento em ação, construindo um futuro mais responsável e coerente com o que o mundo precisa. Maria Eduarda Panza |
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O papel das comunidades na era da conexão superficial Em um mundo cheio de ruídos e conexões superficiais, as comunidades oferecem vínculos, pertencimento e espaços de troca que ajudam a filtrar o excesso e promover diálogos mais significativos. |
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A era das collabs Desvende como a cultura da parceria e da colaboração transformou o marketing, o conteúdo e o consumo. |
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