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Formato “Chat GPT, cria um roteiro pra mim” Por que isso é legal? Esse formato se torna envolvente porque começa com um gatilho que desperta a curiosidade da pessoa para assistir até o final. Além disso, se aproxima do dia a dia das pessoas, que sempre estão usando a IA, o que gera identificação com o público e mantém a atenção ao longo do vídeo. |
Trend “Alguma coisa para os homens no dia das mulheres?” Por que isso é legal? Essa trend do mês das mulheres brinca com a ideia de que a única ação “especial” voltada para os homens durante o mês de março será a de realizar o pagamento. |
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Trend “Procurando alguém” Por que isso é legal? Essa trend gera curiosidade logo no início e prende a atenção do público. Isso permite associar o produto ou serviço da empresa a uma situação real da vida do cliente, criando proximidade e comunicando diretamente com o público ideal. |
Formato “O errado que dá certo” Por que isso é legal? Esse formato dá errado de propósito, e isso prende a atenção de quem assiste. A repetição e a sensação de algo inesperado fazem a pessoa continuar vendo o vídeo enquanto absorve a mensagem. |
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AMP no MWC26 Quando falamos em mobile first é importante fazer uma distinção: mobile first é um mecanismo ferramental para o real objetivo que está no centro: connection first. Aqui em Barcelona, no Mobile World Congress & 4YFN 2026 isso fica claro. Tudo gira em torno da conexão: de dados com decisões, de necessidades com soluções, de marcas com clientes, de pessoas com pessoas. E isso não quer dizer que todos os devices, tecnologias, IoT e AI são ruído. Eles são meio para se chegar ao que importa: conectar. E isso traz a criatividade para o centro da solução. Em um mundo cada vez mais fragmentado, em que a disputa por atenção dita o dia a dia, a criatividade é uma poderosa ferramenta para captar a atenção e construir conexão genuína. Danilo Reis, Head de Estratégia e Planejamento (AMP) |
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IA não é mais assistente. É protagonista. Essa foi a grande mensagem do MWC 2026. A IA saiu do do back-end para o comando central. Ela não processa mais dados depois que a decisão já foi tomada, agora ela é a decisão. Em tempo real. Nos dispositivos, nas redes, nos negócios. Se antes uma operadora deveria reagir rápido depois da rede cair, agora tem uma rede que se reconfigura antes da falha acontecer. Uma empresa que antes esperava o relatório do mês agora opera com um agente que lê o ecossistema e ajusta a rota enquanto humanos ainda estão tomando café. Isso é a Intelligent Infrastructure e ConnectAI. É IA não como ferramenta, mas como um sistema nervoso central em tudo. E o mais importante: isso não é futuro. É o novo presente. É agora, é já. É IA decidindo e agindo antes de mim e de você. Rodrigo Almeida, CCO & Partner (AMP) CEO (Somos Uni) |
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Quando equidade de gênero vira estratégia de marketing Para CMOs, equidade deixa de ser discurso quando passa a orientar decisões de negócio. |
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O engajamento inteligente: quando a IA ensina marcas a escutar de verdade O consumidor contemporâneo busca ser compreendido em seu contexto, em suas necessidades não verbalizadas e em seus momentos de decisão. |
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